No ano de 2004, nasceu em São José do Rio Preto a parceria entre a Faperp e a Secretaria Municipal de Cultura, com o convite do secretário Ruy Sampaio, para a gestão da Universidade Livre das Artes inaugurada naquele ano atendendo à comunidade local. Foram atendidos 600 alunos em 12 cursos, além do projeto Bula da ULA que recebeu as escolas municipais contando a história da fábrica da Swift, para o resgate histórico do local.
Ainda em 2004, a partir do mês de julho, diante do sucesso da parceria, a Faperp assumiu os cinco Núcleos de Arte que funcionavam nos bairros e na Casa de Cultura. Foram ministrados cursos de música, dança, artes plásticas, capoeira e teatro, com atendimento de cerca de 880 alunos, entre crianças, jovens e adultos, totalizando 1480 alunos.
Em 2005, sob a administração do secretário Valdeci Pedro Ganga, a parceria ampliou-se com a abertura de 17 núcleos de arte, utilizando também, como locais de atendimento, escolas, ONGs e centros comunitários, que abriram suas portas para acolher os cerca de 2500 alunos, com apoio das Secretarias Municipais da Assistência Social e a da Educação.
Em 2006, houve nova ampliação dos núcleos para 20 pontos, chegando ao atendimento de 3800 alunos. Com esse novo salto, a Faperp foi contemplada pelo Ministério da Cultura com o projeto Música Pra Gente, que deu novo impulso à Orquestra Jovem de Rio Preto, do Núcleo do Jardim Soraia. “A proposta pedagógica dos núcleos não é somente o ensino da arte pela arte, mas o encontro do cidadão com sua auto-estima e o fortalecimento da comunidade”, explica a coordenadora Leila Cabral.
Em agosto de 2006 iniciou, também, o projeto Sintonizando o Canal pela Secretaria da Educação atendendo alunos de 7ª e 8ª séries com uma nova proposta que privilegia a manifestação dos adolescentes pro meio da expressão artística.
Em função das importantes parcerias com as secretarias municipais desenvolveu-se, pela primeira vez, os Encontros do Transitivo Direto e Indireto – Cidadão e Comunidade, numa realização entre as Secretarias da Cultura, da Educação, Assistência Social, Sesc e Faperp. Foram atendidos cerca de 400 adolescentes dos projetos das três secretarias para discutir arte, educação e a cidade que queremos, partindo do olhar do adolescente, através de debates, apresentações culturais e oficinas artísticas
Durante todos esses anos foram freqüentes as apresentações públicas do que os alunos desenvolveram nos cursos, em praças públicas, teatros, escolas dentre outros locais.
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