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Alunos da rede municipal participam de oficinas culturais

Português, Matemática e História são disciplinas comuns no dia a dia dos alunos no Ensino Fundamental. Porém, estudantes de 7 a 14 anos, de 14 escolas da rede municipal de ensino de Rio Preto, vão muito além da aprendizagem tradicional. Essa galerinha tem a oportunidade de aprender jogos teatrais, dança livre, danças urbanas, artes visuais, fanfara, educação musical e ginástica rítmica, por meio do projeto Promovendo Educação Integral, realizado pela Secretaria Municipal de Educação, em parceria com a Faperp (Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de São José do Rio Preto).

O projeto surgiu no ano passado e deu origem ao espetáculo “Encena – Artes Integradas 2015”, apresentado no Teatro Municipal “Paulo Moura”, no segundo semestre. A principal novidade desta edição, que já está com inscrições abertas, é a inclusão da oficina de ginástica rítmica – modalidade olímpica que promete encantar os pequenos – e a ampliação do número de turmas. “Em 2015, atendemos uma média de 1,8 mil alunos por mês.  Neste ano, esperamos atender em torno de 2,3 mil alunos”, prevê Eunice Dumbra, coordenadora do departamento de Projetos Culturais da Faperp.

 

Como funciona

As oficinas culturais são realizadas nas próprias escolas parceiras, no contraturno escolar, e também no Parque Ecológico “Joaquim de Paula Ribeiro”, na região Norte. Assim, as crianças que ficariam sozinhas em casa ou nas ruas enquanto os pais trabalham podem descobrir novos talentos. “O objetivo do projeto é estimular o desenvolvimento de habilidades artísticas, uma vez que no ensino regular não existe uma grade cultural que atenda aos alunos”, afirma.

Segundo Eunice, para que a criança possa participar, é preciso que esteja matriculada em uma das escolas parceiras e tenha autorização por escrito dos pais ou responsáveis. As inscrições são gratuitas e já podem ser feitas nas escolas, com os instrutores de cada modalidade. Confira quais escolas são contempladas pelo Promovendo Educação Integral:

E.M. Prof. “Adherbal Abrão dos Santos” – Jardim Maracanã

E.M. Deputado “Arlindo dos Santos” – Vila Curti

E.M. Prof. “João José Féris” – Vila Toninho

E.M. “Michel Pedro Sawaya” – Cristo Rei

E.M.  Oldemar Stobbe “Prof° Zizo” – Jardim Gabriela

E.M. “Paul Percy Harris” – Parque da Cidadania

E.M. Profª “Lydia Sanfelice” – Jardim Bela Vista

E.M. “Ruy Nazareth” – Solo Sagrado

E.M. “Vera” – Engenheiro Schmidt

E.M. Prof. “Amaury de Assis Ferreira” – Macedo Teles

E.M. Profª “Regina Mallouk” – Núcleo da Esperança Santa Clara

E.M. Profª “Carmem Nelita Anselmo Vetorazzo” – Núcleo da Esperança Alvorada

E.M. Prof. “Rodrigues Ferreira” – Núcleo da Esperança Vila Azul-Navarrete

E.M. Dr. “Carlos Roberto Seixas” – Núcleo da Esperança Santa Catarina

Colônia de férias estimula o desenvolvimento das crianças

As férias estão aí. É o tempo perfeito para a garotada descansar das aulas e voltar com todo o gás para o novo ano letivo. Mas como estimular os pequenos a aproveitar o período da melhor maneira? Participar de uma colônia de férias pode ser uma opção interessante para que eles deixem de lado o sedentarismo, divirtam-se com novos amigos e aprendam ainda mais.

Pensando nisso, pelo segundo ano, a Faperp (Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de São José do Rio Preto) é parceira da Secretaria Municipal de Educação na realização da colônia de férias do Parque Ecológico-Educativo “Danilo Santos de Miranda”. A Fundação irá oferecer oficinas de desenho, dança livre e danças urbanas, que integram o projeto Promovendo Educação Integral, desenvolvido em 14 escolas de Ensino Fundamental da rede municipal de ensino, com quase 2 mil alunos.

Para Eunice Dumbra, coordenadora de Projetos Culturais da Faperp, a participação na colônia de férias é uma ótima alternativa à TV ou aos jogos eletrônicos e pode ser o incentivo que faltava para a prática de atividades físicas e culturais durante todo o ano.  “Essa é uma excelente oportunidade para que as crianças desenvolvam novas habilidades sociais, motoras e cognitivas, de forma lúdica e descontraída”, opina.

Inscrições

Quem quiser participar precisa correr, pois as inscrições terminam neste sábado, 9 de janeiro, ou quando se esgotarem as 200 vagas disponibilizadas. O período das atividades será de 12 a 22 de janeiro, de terça a sexta, das 13 às 17 horas. Podem participar crianças de 7 a 10 anos, que serão divididas em turmas de acordo com a idade.

Os pais ou responsáveis devem comparecer à sede administrativa do Parque Ecológico, apresentar uma cópia da certidão de nascimento da criança ou do RG Escolar e preencher uma ficha de inscrição. Todas as atividades são gratuitas.

Serviço: 

Colônia de Férias do Parque Ecológico

Inscrições: até 9/1/2016

Período da colônia: 12/1/2016 a 22/1/2016

Local: Avenida Benedito Rodrigues Lisboa, 1.300, São Francisco, em Rio Preto

Informações: (17) 3216-2868 / 3226-2781

 

Mostra pedagógica valoriza o trabalho da E.E.I. “Célia Homsi de Melo”

Final de ano é tempo de relembrar tarefas, avaliar atividades e celebrar conquistas. Com esse pensamento, a Escola de Educação Infantil “Célia Homsi de Melo”, de Rio Preto, abre suas portas para a comunidade nesta quinta-feira (26/11) para uma mostra pedagógica. A escola, que possui 190 alunos de 0 a 3 anos de idade, faz parte da rede municipal de ensino e é gerida pela Faperp (Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de São José do Rio Preto).

Aline Sgotti, gerente de projetos da Faperp, explica que durante o evento serão expostos os resultados deste ano. “Os trabalhos envolvem técnicas de pintura, textura, fotos e sucatas e são focados nos projetos desenvolvidos, como convivência social e alimentação”, diz.

Paula Regina Vendramini, coordenadora pedagógica da escola, explica que objetivo da exposição é valorizar o trabalho e empenho dos 24 professores e 14 estagiários da escola em suas atividades diárias com as crianças. “Com a mostra pedagógica, a comunidade pode ver que a escola é um espaço de socialização, organização e integração que favorece o desenvolvimento do aluno”, diz.

Antes de terminar o ano, as crianças irão ganhar uma festa de Natal, no dia 11 de dezembro. A comemoração será completa com direito a presentes que serão doados por empresas da cidade.

Brincadeiras marcam o Dia das Crianças no projeto Equoterapia

O projeto Equoterapia, realizado pela Prefeitura de Mirassol em parceria com a Faperp (Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de São José do Rio Preto), vai celebrar o Dia das Crianças com muitas brincadeiras e comilança!

Nesta terça-feira (13/10), cerca de 65 crianças e adolescentes com necessidades biopsicossociais, atendidas pelo projeto, serão divididas em duas turmas – manhã e tarde – e participarão de uma série de atividades recreativas, como corrida de cadeira de rodas, arremesso de bola no balde e castelo de bolinhas, ao lado de suas mães e de outros familiares.

Também haverá a inauguração de um cantinho lúdico para os pacientes em espera. Nesta sala, que estará disponível durante todo o ano, será possível ler e realizar atividades pedagógicas, que complementam o tratamento com o cavalo. Além disso, os educadores e suas equipes vão preparar “sacolés” para amenizar o calor e presentear os participantes com livros pela data comemorativa.

Segundo a coordenadora do projeto, Thalita Ferrari, ao realizar esse tipo de evento também se promove a socialização e se estimula a autoestima, a coordenação motora e o equilíbrio. “Nosso intuito é incentivar, cada vez mais, o desenvolvimento humano. Por isso, preparamos, com muito carinho, essa programação especial.”

Terapia com cavalos traz benefícios à saúde de pacientes com deficiências físicas e neurológicas

Projeto de Equoterapia, desenvolvido pela Faperp em Mirassol (SP), atende em média noventa crianças por ano. Logan, de 6 anos, diagnosticado com autismo, é um dos pacientes que desfrutam do tratamento

A relação de companheirismo e amor entre seres humanos e animais tem sido cada vez mais explorada em tratamentos de diversas áreas da saúde. A equoterapia, por exemplo, tem ganhando destaque no país, com 280 centros listados pela Associação Nacional de Equoterapia (ANDE). O método faz uso do cavalo a fim de promover desenvolvimento físico e psicológico em pessoas com deficiências físicas ou neurológicas.

Reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, a terapia com atividades equestres é multidisciplinar, abrangendo áreas da saúde, educação e equitação, e pode alcançar resultados expressivos no tratamento de pacientes adultos ou crianças. Durante as atividades, os profissionais promovem a construção de um vínculo entre o paciente e o animal, por meio da montaria, atividades lúdicas e estímulos sensoriais.

Ao montar no cavalo, o paciente alcança benefícios musculares, com ajuste de tronco, postura, apoio dos pés, força e autonomia. “Além da evolução física, os estímulos táteis, auditivos e visuais contribuem diretamente no desenvolvimento motor do paciente”, explica Thalita Barguena Ferrari, coordenadora do Projeto Equoterapia de Mirassol (SP), que tem apoio da Faperp.

O cavalo, assim como os cães, é capaz de estabelecer uma relação harmoniosa e de afeto como o ser humano, o que gera nos pacientes um sentimento de empatia e afetividade, resultando em ganhos psicológicos e comportamentais. “O animal tem influência no desenvolvimento social do aluno, ajudando na aproximação e no contato com outras pessoas”, explica Thalita. “Essa afetividade ligada ao ambiente e o contato com a natureza proporcionam prazer e geram boas memórias e aprendizado no paciente”, completa.  Além disso, os participantes desenvolvem autoestima e a autoconfiança, que muitas vezes são deixadas de lado por conta das limitações físicas.

Equoterapia em Mirassol (SP)

O projeto Equoterapia de Mirassol (SP) é realizado pela Faperp, em parceria com o Departamento de Educação da Prefeitura da cidade e atende, em média, noventa pacientes por ano. As atividades equestres são desenvolvidas com pacientes portadores de deficiência física ou neurológica, sejam eles crianças ou adolescentes. O trabalho é feito por profissionais da área de saúde, como fonoaudiólogos, fisioterapeutas e psicopedagogos, além do guia de equitação e estagiários contratados.

Logan Paganin, de 6 anos, foi diagnosticado com autismo e frequenta a Equoterapia há um ano. Segundo sua mãe, Elaine Paganin, as atividades com os cavalos ajudaram no desenvolvimento da postura, da percepção e do foco, deficientes em pessoas portadoras do autismo. “Quando o Logan começou a frequentar a terapia, não dava atenção alguma para os cavalos e para os exercícios. Hoje em dia, ele monta e realiza as atividades com muita dedicação”, conta Elaine com entusiasmo. “O afeto e o cuidado da equipe, além do contato com a natureza e com o animal, fazem toda a diferença no tratamento. O Logan sempre abraça o cavalo, olha nos olhos do animal e demonstra realmente gostar do que faz”, completa.