FAPERP | A evolução da cultura do Hip Hop
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A evolução da cultura do Hip Hop

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A evolução da cultura do Hip Hop

Há anos a Faperp apoia a cultura Hip Hop. Mas você conhece a história desse movimento? O Hip Hop despontou na década de 70 como uma ação cultural entre os latino-americanos, os jamaicanos e os afro-americanos da cidade de Nova York, mais precisamente no sul do Bronx. O condado do Bronx era uma região carente em várias esferas sociais, e os jovens passavam a maior parte do tempo de lazer nas ruas. Assim, a arte do Hip Hop foi ganhando espaço e conhecimento. Foi DeeJay Afrika Bambaataa o pai da divisão das quatros modalidades de artes existentes, que são:

  • Rap é o estilo musical popular e urbano, tendo como característica principal a recitação rápida e ritmada das palavras;
  • Grafite é a manifestação artística em forma de desenhos nos espaços públicos, popularmente nas paredes e muros das cidades;
  • Dee Jay, mais conhecido como Dj, é o profissional que seleciona e reproduz as mais diferentes composições, gravadas previamente e até produzidas na hora para um determinado público alvo;
  • Breakin é o estilo de dança com improvisação de movimentos no chão, saltos, acrobacias e movimentos de ginástica.

A cultura do Hip Hop é conhecida por transformar a vida de pessoas menos favorecidas, que se apegam na arte urbana e conquistam seus espaços na sociedade. Emerson Bastos Sereni, popular como Bad, é professor, coreógrafo e possui outras experiências na área do Hip Hop. Ele enfatiza que o Hip Hop tem como objetivo principal valorizar, inserir e somar na vida das pessoas.

Bad acredita que a falta de conhecimento da sociedade ainda é o grande impasse para quebrar o preconceito existente em relação ao Hip Hop.  “No caso das artes urbanas da cultura Hip Hop, muitos não julgam por maldade, mas sim por ignorância de não ter tido a oportunidade de conhecer qualquer um dos quatro elementos mais a fundo. Já ouvi muitas pessoas dizendo que achavam que o Hip Hop era outra coisa. Algo pejorativo, pesado, negativo. E, ao conhecer e se aproximar dessa arte, viram que não era nada daquilo.” conta

 

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